domingo, 25 de maio de 2008

Fim do outono

No fim desse outono
eu olho para o céu azul e limpo,
E no horizonte
A última árvore verde
Que se destaca no azul.

Realmente eu vejo
Que a vida é valiosa
E preciosa demais para se gastar.

Vejo a chuva das folhas secas
Que caem sobre minha cabeça
E espero,olhando no horizonte,
Que você me olhe nos olhos
E que converse comigo
Mesmo que como amiga.

Pois mesmo a luz do céu
Ou a beleza das folhas secas
Não agradam;
E é preciso apenas as suas palavras
Para que o mundo continue.

É triste esse fim de outono,
Pois sei que o frio vai me castigar
Pelos atos antigos
Ou pelas palavras mal ditas.

Sem as nuvens para eu modelar
Ou você para eu me desculpar.

Mas eu sei que você já sabe
Como é a beleza
Da natureza
Quando ela não se auto destrói;
Como acontece com o amor
Nos corações fracos
Ou na cabeça dos fracos.

Nícholas Mendes

2 comentários:

mariana disse...

ahhh!!!
eu tava presente qdo surgiu a ideia de fazee esse akii hein!!aeuauaoieuaoe...
lindoooo d+ together!!

Beeeeijos ;*

juliana disse...

cada vez melhores as suas poesias!

parabéns Poeta!
;)

Notas do autor:

Coloquemos uma coisa na nossa cabeça;
Que ainda falta muito para um final.
Afinal ninguém define um final
Sem se empenhar no começo.

O final não é sinônimo de morte,
Não é antítese de início,
Não se compara com a vida
E não significa própriamente um final.

Se por acaso seu começo é fraco
E ainda teme um final,
Simples
Viva sempre no meio;
Pois é ai que você pensa que o livro não tem fim.

Nícholas Mendes (Puck Todd)

Tudo é mais do que pode parecer:

Tudo é mais do que pode parecer:
Veja as coisas com todos os olhos.