Oh Tanrea,
Mulher que atrai olhares,
Que aflora o amor.
Mulher dos lábios intocáveis.
Tenho uma depreciva dúvida:
Estar com o amor que fere
Ou estar com o Material que me satisfaz?
Amar a tudo e sofrer no final
Ou sofrer agora e terminar a vida conciente?
Oh Tanrea,
Donzela que não me sai da cabeça,
Que quando encontro me paraliza.
Donzela que faz meu lábio secar
E o coração disparar.
O Material,
Que quando toco vejo o céu,
Que quando me beija me enlouquece.
O Material que me disperta prazeres,
Não me parece o mais justo.
Justo pode ser,
Entregar à Tanrea todo o meu ser,
Deixar que o amor me tome a conciência
E no outro dia me conformar com a dor dessa ciência.
Estou dividido;
Cruelmente dividido.
Entre Corpo e Alma;
Entre Coração e Raciocínio.
Nícholas Mendes (Puck Todd)
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Notas do autor:
Coloquemos uma coisa na nossa cabeça;
Que ainda falta muito para um final.
Afinal ninguém define um final
Sem se empenhar no começo.
O final não é sinônimo de morte,
Não é antítese de início,
Não se compara com a vida
E não significa própriamente um final.
Se por acaso seu começo é fraco
E ainda teme um final,
Simples
Viva sempre no meio;
Pois é ai que você pensa que o livro não tem fim.
Nícholas Mendes (Puck Todd)
Tudo é mais do que pode parecer:

Veja as coisas com todos os olhos.
Um comentário:
brigada nih..
è bom saber que eu posso contar com você..
significa muito pra mim.
o poema é lindo, mesmo...
;**
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