quarta-feira, 2 de julho de 2008

Sangue de inocente cego é Sangue podre.

Sons Malditos
Que me cantam saudades.

Em minha mesa
Encontro apenas o vinho
Feito de sangue
E inocência.

Paciência,
Alegria
E felicidade
São prostitutas
Que me impedem de crescer.

Quem sou?


Posso me identificar
Com a flor,
Abandonada pelo Beija-Flor
E marcada
Pelas sujeiras dos Urubus.

Mas se essas pessoas sujas
Fecham os olhos para a justiça,
Farei então,
Junto de minhas amigas,
Minha própria justiça;

Não me importa
Se sangue inocente se vá,
importa-me apenas
Saciar minha sede
Com meu vinho
Decorado de vingança;

Nícholas Mendes

2 comentários:

Fernando Neves ~ [ KroSS ® ] disse...

apenas uma palavra: medo

juliana disse...

Nic!
Muito bom viu!
Muito bom mesmo!
=D

eu gostei muito!

Notas do autor:

Coloquemos uma coisa na nossa cabeça;
Que ainda falta muito para um final.
Afinal ninguém define um final
Sem se empenhar no começo.

O final não é sinônimo de morte,
Não é antítese de início,
Não se compara com a vida
E não significa própriamente um final.

Se por acaso seu começo é fraco
E ainda teme um final,
Simples
Viva sempre no meio;
Pois é ai que você pensa que o livro não tem fim.

Nícholas Mendes (Puck Todd)

Tudo é mais do que pode parecer:

Tudo é mais do que pode parecer:
Veja as coisas com todos os olhos.