sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Derrepente é tristeza

São meros fatos científicos,
Sem magia e sem fantasia.
São meros acontecimentos;
Causam dores e nostalgia.

Oh! Céu dos poetas chorosos,
Abram tuas portas e caminhos.
Seremos talvez alguém, deixe-nos.

Anjos mortais que ficam
Peço que minha falta não sintam
Irei sem mais demoras. Não insistam.

Resta-me como desejo principal,
Drogas, prostitutas e bebidas.
Fico-me corroendo nesse ritual,
Deixe-me sofrer com minhas últimas ressacas

Nícholas Mendes (Puck Todd)

Um comentário:

nathalia disse...

amei o poema,adorei a foto!

Notas do autor:

Coloquemos uma coisa na nossa cabeça;
Que ainda falta muito para um final.
Afinal ninguém define um final
Sem se empenhar no começo.

O final não é sinônimo de morte,
Não é antítese de início,
Não se compara com a vida
E não significa própriamente um final.

Se por acaso seu começo é fraco
E ainda teme um final,
Simples
Viva sempre no meio;
Pois é ai que você pensa que o livro não tem fim.

Nícholas Mendes (Puck Todd)

Tudo é mais do que pode parecer:

Tudo é mais do que pode parecer:
Veja as coisas com todos os olhos.