Aos poucos compreendi
Que o amor nos machuca,
Que as vezes amigos são preciosos
De mais para serem perdidos.
Aprendi que o tempo cura
Mas fácilmente nos machuca,
Fazendo-nos escravos de seu poder.
Não temos necessidade do tempo,
Ele nos ajuda,
Mas é quem mais nos entristece.
O tempo cura a dor do amor,
Mas tira-nos o amor quando estamos felizes.
Tira-nos os amigos,
Tira-nos pessoas importantes.
O tempo está em nossas mentes,
Nos envenenando a cada minuto.
Nos tornamos escravos
De uma grandeza tão banal
Quanto o medo de viver.
Nicholas Mendes.
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Notas do autor:
Coloquemos uma coisa na nossa cabeça;
Que ainda falta muito para um final.
Afinal ninguém define um final
Sem se empenhar no começo.
O final não é sinônimo de morte,
Não é antítese de início,
Não se compara com a vida
E não significa própriamente um final.
Se por acaso seu começo é fraco
E ainda teme um final,
Simples
Viva sempre no meio;
Pois é ai que você pensa que o livro não tem fim.
Nícholas Mendes (Puck Todd)
Tudo é mais do que pode parecer:

Veja as coisas com todos os olhos.
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