terça-feira, 4 de maio de 2010

Carta ao velho Rabugento.

Você me espera à todo momento
Sou eu, quem você não vê, quem você teme,
É de mim que corre, fracassado.
Não há de esconder, por todo o tempo,
[a vida.

Ainda hei de chegar,
Hei de carregar seu traseiro podre
Ao mais ocioso e solitário inferno
E 'ele' não há de ter pena nas torturas.

Quando eu chegar,
Com meu mando obscuro,
Hei de, apenas, arrastar sua alma.

Será como solitário medroso,
Como cachorro que ulula alto,
Como escória da sociedade, que pouco
[se lamenta.

Ps:
Meu nome é Morte
E o fim é aqui.

Nícholas Mendes (Puck Todd)

Um comentário:

Lock Smith disse...

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Notas do autor:

Coloquemos uma coisa na nossa cabeça;
Que ainda falta muito para um final.
Afinal ninguém define um final
Sem se empenhar no começo.

O final não é sinônimo de morte,
Não é antítese de início,
Não se compara com a vida
E não significa própriamente um final.

Se por acaso seu começo é fraco
E ainda teme um final,
Simples
Viva sempre no meio;
Pois é ai que você pensa que o livro não tem fim.

Nícholas Mendes (Puck Todd)

Tudo é mais do que pode parecer:

Tudo é mais do que pode parecer:
Veja as coisas com todos os olhos.