terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A curiosa vida de Amélia.

Assim era Amélia:
Era bela e intelectual,
Porém falava demais,
Porém era formosa e admirável,
Admirável de longe ou calada.

Não me atrevia a julgá-la,
Julgá-la em palavras, mas em pensamentos...hum...
Era também chorosa e gritona.

Eu sempre fora cavalheiro,
Ela é que não era dama,
Se achava, podia.
Amélia era bela e intelectual.

O tempo passou e a beleza se foi.
Estávamos juntos, porém eu não estáva feliz;
Amélia é que estava e eu é que não a aguentava

A beleza decrecia,
A chatice e a faladeira cresciam em exponencial,
Alguém tinha que morrer, de preferência Amélia.

Minto.A beleza e a formosura permaneceram, perante as outras.
Até mesmo quando queimava, gritava e morria...
Eram agonias tão chatas quanto ela.

Mesmo depois de ir embora
Amélia me fazia mal.
Era feliz, ainda.
Vivendo como carbono no efeito estufa,
Me atormenta como fizera a vida toda.

Nícholas Mendes (Puck Todd)

3 comentários:

FêHh Fernandes disse...

Qm é Amélia ???
HuHuHuHu

Tah brincaderinha
AHUAHAUAHAUAHAUAHUAHAUA

Muito bom a poesia ,Nicholas...

Parabéns , muito foda

:D

gabi disse...

NOSSA!

Eu adorei... estou sem palavras.

Carol disse...

adooooooooorei :]
muito criativo!
continue assim :}
beijos :*

Notas do autor:

Coloquemos uma coisa na nossa cabeça;
Que ainda falta muito para um final.
Afinal ninguém define um final
Sem se empenhar no começo.

O final não é sinônimo de morte,
Não é antítese de início,
Não se compara com a vida
E não significa própriamente um final.

Se por acaso seu começo é fraco
E ainda teme um final,
Simples
Viva sempre no meio;
Pois é ai que você pensa que o livro não tem fim.

Nícholas Mendes (Puck Todd)

Tudo é mais do que pode parecer:

Tudo é mais do que pode parecer:
Veja as coisas com todos os olhos.