Assim era Amélia:
Era bela e intelectual,
Porém falava demais,
Porém era formosa e admirável,
Admirável de longe ou calada.
Não me atrevia a julgá-la,
Julgá-la em palavras, mas em pensamentos...hum...
Era também chorosa e gritona.
Eu sempre fora cavalheiro,
Ela é que não era dama,
Se achava, podia.
Amélia era bela e intelectual.
O tempo passou e a beleza se foi.
Estávamos juntos, porém eu não estáva feliz;
Amélia é que estava e eu é que não a aguentava
A beleza decrecia,
A chatice e a faladeira cresciam em exponencial,
Alguém tinha que morrer, de preferência Amélia.
Minto.A beleza e a formosura permaneceram, perante as outras.
Até mesmo quando queimava, gritava e morria...
Eram agonias tão chatas quanto ela.
Mesmo depois de ir embora
Amélia me fazia mal.
Era feliz, ainda.
Vivendo como carbono no efeito estufa,
Me atormenta como fizera a vida toda.
Nícholas Mendes (Puck Todd)
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Notas do autor:
Coloquemos uma coisa na nossa cabeça;
Que ainda falta muito para um final.
Afinal ninguém define um final
Sem se empenhar no começo.
O final não é sinônimo de morte,
Não é antítese de início,
Não se compara com a vida
E não significa própriamente um final.
Se por acaso seu começo é fraco
E ainda teme um final,
Simples
Viva sempre no meio;
Pois é ai que você pensa que o livro não tem fim.
Nícholas Mendes (Puck Todd)
Tudo é mais do que pode parecer:

Veja as coisas com todos os olhos.
3 comentários:
Qm é Amélia ???
HuHuHuHu
Tah brincaderinha
AHUAHAUAHAUAHAUAHUAHAUA
Muito bom a poesia ,Nicholas...
Parabéns , muito foda
:D
NOSSA!
Eu adorei... estou sem palavras.
adooooooooorei :]
muito criativo!
continue assim :}
beijos :*
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